Quando o sonho se torna realidade,

Comecei a viajar, ainda criança, através das páginas de livros e das revistas da National Geographic que a minha mãe nos comprava. O meu herói de adolescência não foi um cantor ou actor, mas um humanista… seu nome, Che Guevara. Li, ou para ser mais precisa, deverei dizer que devorei vários livros sobre o homem, sobre a obra. Serviram talvez o propósito de radicalizar alguns ideais mas nenhum outro me fez sonhar como o seu diário de motocicleta, uma viagem pela América do Sul, no ano de 1952.

Os seus relatos, emocionantes mas também tragicómicos, permitiram-me mergulhar no modo de vida e nas práticas dos povos latino-americanos. Mergulhar na sua cultura, nos seus valores, na dificuldade em sobreviverem às profundas desigualdades… e a sua escrita detalhada das paisagens geladas da Patagónia, passando pelo deserto, as planícies e vulcões dos Andes, a maravilha de Macchu Picchu, os índios de Iquitos…até à Venezuela. Em mim, nasceu e cresceu uma profunda vontade de visitar os mesmos países, trilhar os mesmos caminhos.

Nas voltas que a vida dá, não foi esse o destino. A minha/nossa primeira vez fora da Europa para viajar sem um bilhete de volta, começou num país asiático. E daí, quatro anos se passaram a viajar, maioritariamente, pela Ásia.

2019 foi o ano escolhido para empreendermos a nossa primeira visita à América Latina. Tal como Ernesto Guevara e Alberto Granado, apenas a nossa condição social razoavelmente privilegiada nos permitira fazer esta viagem. Eles não eram ricos, eram sonhadores, acima de tudo. Mais do que uma vida da classe média confortável e monótona em Buenos Aires, buscavam a liberdade. E nós não podíamos estar mais de acordo com esta ideia.

Escolha do Roteiro

Não há ninguém no mundo que esteja mais certo sobre o roteiro a fazer, sem sermos nós próprios. A América Latina é absolutamente gigante e podíamos bem passar a nossa vida toda somente a viajar nela. É obviamente a nossa disponibilidade (de tempo, de dinheiro, de vontade) que vai ditar o roteiro e o modo como viajamos. Assim, o que partilhamos aqui é aquilo que em certa altura fez sentido para nós, o que não quer dizer que tenha resultado sempre.

Com alguns de vocês sabem, nós temos outro projeto, a Somnium Performance & Arts, relacionado com o mundo artístico. É durante os meses de Maio a Setembro e Dezembro que o nosso trabalho acontece, por isso, o tempo que temos para fazer praia é realmente muito escasso. Assim, quando delineamos um roteiro temos sempre em conta a inclusão de um destino de praia que nos permita estar de “papo para o ar” e fazer férias. Este ano, escolhemos Exuma, uma ilha das Bahamas que pode muito bem ser comparada ao paraíso na terra. Se foi uma boa escolha? Levantamos a ponta do véu para tirarem as vossas próprias conclusões antes de publicarmos o artigo onde vão poder saber tudo sobre como viajar barato para as Bahamas.

Para começar a explorar a América Latina, usamos Miami com base. O voo saiu direto do Porto (com uma pequena escala de 2horas em lisboa) e aterramos em Miami por apenas €230/pessoa, na TAP. Uma cidade, nos EUA….tinha tudo para não ir de encontro aos nossos gostos. Não sei se foi por aquele constante ambiente latino, pelo sotaque, pelas músicas que nos chegam pela janela com o ar quente da noite, pela salsa e pelos mojitos…mas apaixonamo-nos por Miami. A cidade respira qualidade de vida!miscelânea de culturas fazem-nos acreditar num mundo mais tolerante. E a cultura e a arte… essa está em cada esquina, em cada parede. E do melhor da street art que se faz por cá, também está lá representada.

Chegamos ao paraíso, Exuma, na American Airlines, por €282.54/pessoa (ida e volta). Alugamos um carro e exploramos, de norte a sul, os 60 km desta ilha, pequena em cumprimento mas enorme no que concerne à beleza das suas praias. Foi a escolha acertada. Exuma não é um destino criado exclusivamente para turistas e isso foi o que nos deixou respirar de alívio. A vida, a lembrar-nos o quotidiano jamaicano, corre como sempre correu e nós simplesmente encaixamos ali. Não falta um olá matinal, não falta aquela música afro bem alta que contagia qualquer um. E, sobretudo, não faltam pequenos paraísos de um azul que cega e que te recordam (como se não houvessem factos suficientes) que este planeta é uma bênção!

A ideia inicial era termos passado por Cuba mas, por questões relacionadas com a entrada de drones no país, decidimos com pesar, visitar o país noutra oportunidade.

Amantes de culturas ancestrais e boa comida, o México surgiu imediatamente como opção. O voo de Miami para Cancun custou €120/pessoa, também na American Airlines.

O México foi uma caixinha de surpresas. Quisemos provar que a maioria das pessoas está errada no que respeita ao México e à sua insegurança. Foram mais de 2000km de estrada, por povoados mágicos, cenotes escondidos, ruínas abraçadas pela selva e uma lagoa linda com a água nos mais bonitos tons de azul. De Yucatan ao estado de Chiapas, passando por Campeche, o único defeito que encontramos foi termos passado tão pouco tempo num país assim. Quinze dias não são suficientes para explorar e sentir tudo o que o México tem para oferecer.

Regressamos a Cancún e daí voamos para Lima, capital do Perú e capital do melhor ceviche que há memória. Na Interjet, o voo custou €214/pessoa (só ida).

Muito há para escrever sobre o Perú, esse país encantador, feito de paisagens soberbas, montanhas arrebatadoras, culturas ancestrais, boa comida e pessoas de rostos com traços vincados mas de quem não é difícil arrancar um sorriso. O Perú encheu-nos os olhos, mas mais do que isso, o coração.

Do despertar do nosso lado mais carinhoso na maternidade de leões marinhos na reserva das Ilhas Ballestas, passando por um voo enjoativo sobre as misteriosas linhas de Nazka, pelo masoquismo do trekking no belo Vale del Colca, acompanhados de voos de Condor, até à paz de Arequipa, chegamos ao lago navegável mais alto do mundo, em Puno, depois de observar lamas, alpacas e vicunhas em planaltos de 5000m de altitude.

Do Peru atravessamos para a Bolívia, rodeando e atravessando o mítico Lago de Titicaca.

A nossa primeira paragem na Bolívia foi a cidade que inspirou a sua homónima brasileira, Copacabana. Daí navegamos até à ilha sagrada para os incas, dedicada ao Deus Sol. De Pachamama seguimos para a caótica e duplamente irrespirável, La Paz. A capital mais alta do mundo parece uma favela, onde as casas inacabadas, cor de barro, se amontoam montanha acima, como as campas coloridas que se avistam do teleférico principal da cidade. O El Alto tornou-se o nosso lugar de eleição, no meio de lama e poeira levantada por autocarros, becos apertados, fetos de lama pendurados pelo pescoço para atrair sorte e mulheres de saias rodadas, longas e robustas tranças pretas a sair de altos chapéus de coco, incrivelmente equilibrados no alto da cabeça e cantos da boca esverdeados, pela constante mascagem de folhas de coca. Não esperem sorrisos fáceis. Nós só os encontramos quando chegamos a Potosí e festejava-se o carnaval. Daí seguimos para Uyuni, com um único objetivo em mente: visitar o maior mar ou deserto de sal do mundo. Sem dúvida nenhuma uma das mais belas maravilhas da natureza. Não nos alongamos por agora mas afirmamos com convicção que, seja qual for a descrição ou as fotos que mostraremos, nada fará jus a esta experiência.

Depois de um dos maiores problemas que já nos aconteceu algum dia em viagem, entramos ilegalmente no Chile.

A caminho da legalidade, paramos num hostel que nos fez sentir emcasa em San Pedro de Atacama, exploramos o soberbo Deserto do Atacama, os seus vales e adormecemos a olhar a imensidão de estrelas. Perdemos o nosso dinheiro pela incompetência da polícia, viajamos mais de 24horas num autocarro e chegamos a Santiago do Chile, em busca de novos passaportes. Perdoem-me mas não há melhor forma de conhecer uma cidade se não pelos olhos d@s seus/suas habitantes. Corremos ruas e becos, assistimos a manifestações artísticas (inclusive ao regresso dos Back Street Boys aos palcos ahaha), comemos nos melhores lugares e bebemos cervejas geladas entre conversas mais ou menos metafísicas.

 Com todos os planos alterados, voamos de Santiago novamente para o Perú  para desbravar alguns dos caminhos Incas. Explorar a região do Vale Sagrado era um sonho de menina. Tanto se escreveu sobre Machu Pichu, tantas imagens dele nos entraram pela retina. Tanta expectativa que poderia ter deitado tudo a perder. Dei por mim a fechar os olhos antes do momento da revelação. Um misto entre a vontade de prolongar o sonho e o medo da desilusão. E ao abri-los, ei-lo: Magnificente, belo, sublime! Não viemos embora sem percorrer alguns dos trilhos dos lagos que circundam a morada dos deuses, Ausengate, nem sem a promessa que voltamos em breve.

Não queríamos ter deixado o Perú assim, mas tínhamos outra promessa. Iríamos encontrarmo-nos com outro casal português que apenas conhecíamos do Instagram, na Colômbia.

Primeira paragem: a desenfreada e vibrante cidade de Medellin, onde infelizmente nos demoramos muito pouco tempo. Numa camioneta que demorou muitas mais horas do que o previsto e sem nenhuma das comodidades referidas pelo vendedor (a perfeita metáfora do que viriam ser as nossas jornadas de viagem pela Colômbia) chegamos ao terminal de Cartagena muito depois das horas aconselhadas a turistas. Já com os amigos (que pareciam de sempre) calcorreamos as coloridas ruas de Cartagena, quase sempre acompanhados de deliciosas frutas e um passo de dança sob o luar daquelas noites quentes. Perto de Santa Marta, cidade caliente e cheia de gringos americanos, encontramos o refúgio nas montanhas de Minca e do Parque Tayrona, uma maravilha da natureza onde selva se funde com o mar. Na nossa viagem pela Colombia nada faltou: pulsar da vida citadino, montanhas andinas, palmeiras gigantes em vales de verdes sem fim, praias semi paradisíacas, florestas, tradições de tribos indígenas que mexeram connosco, alegria e muita muita música latina! Perigosa a Colômbia? Só se for pela vontade de ficar num país que é um caldeirão colorido e multicultural pronto para encantar qualquer viajante que esteja aberto a provar sua diversidade. Nota mental para nós próprios: voltar com mais tempo!

Para ficarem a conhecer melhor estes e outros lugares sul-americanos iremos deixar-vos um roteiro por cada um destes países, esperando que se sintam inspirados para futuras viagens pelo fantástico continente sul-americano!

Vistos

Viajar por estes países que citamos é relativamente fácil porque os cidadãos portugueses não necessitam de Visto de Turista, desde que não permaneçam mais de:

        90 dias para o México e Chile

        180 dias para Peru e Bolívia

       90 dias seguidos e um máximo de 180 dias por cada 12 meses com múltiplas entradas, para a Colômbia.

passaporte tem de ter validade, no mínimo, para 6 meses.

* Recorda-te que para Miami, os portadores de passaporte eletrónico português deverão obter previamente a devida autorização de viagem para os EUA, nomeadamente o ESTA que pode ser acedido através da página https://esta.cbp.dhs.gov

Alertamos para as restrições aduaneiras e sanitárias que alguns destes países têm à Importação de Produtos: é proibido entrar no país com produtos vegetais ou animais, sendo o seu controlo especialmente rigoroso nos aeroportos e fronteiras terrestres.

 

Seguro de viagem

Um seguro de viagem é imprescindível para uma viagem que se quer bem sucedida. É um facto que uma viagem pela América Latina apresenta muitas experiências de aventura, ficar ou comer em sítios com uma certa higiene duvidosa, relatos de pequenos roubos… mas mesmo sem ter em conta o pior que pode acontecer, uma simples dor nos dentes pode ser motivo de ida ao hospital e uma desagradável surpresa na conta final. Economiza em tudo mas num seguro de viagens, não!

No nosso caso, quando estávamos no Chile, o Hugo desenvolveu uma infecção dentária. Accionamos o nosso seguro de viagem da IATI, com quem temos uma parceria,  e num instante tínhamos um táxi à porta de casa para sermos levados para um hospital privado. Já escrevemos um artigo sobre as razões para usar a IATI ,e estas situações que nos aconteceram nesta última viagem só vieram consolidar ainda mais a nosso preferência. A assistência deles é rápida e eficaz e de facto, chegamos ao final do processo sem ter gasto um único cêntimo.

 

Questões de saúde

É sempre muito importante verificar se, no momento em que se viaja, está a haver um surto de alguma doença ouse alguma vacina é recomendada.

Peru:

* A vacina contra Febre Amarela é recomendada e pode ser pedida para entrar/sair do país. Alerta-se para a possibilidade de contrair dengue através de picada de mosquito (sintomas são febre muito alta, dores de cabeça, dores nos olhos, dores musculares e articulares e erupções cutâneas. Pode também ser acompanhado de dores abdominais e pequenas hemorragias. Os casos mais graves podem causar risco de morte.)As áreas mais atingidas são a selva amazónica e regiões irrigadas da costa. A prevenção, não completamente eficaz, consiste no uso de repelentes, mangas compridas, calças, chapéu, meias, sapatos fechados e, sempre que possível, dormir sob uma rede mosquiteira.

* Não é aconselhável a ingestão de água corrente.

* São recomendáveis as vacinas contra a hepatite, a febre tifoide, o tétano e a pólio.

* Na serra, a altitudes superiores a 3000 metros de altitude, como por exemplo em Cusco, pode ocorrer nos primeiros dias o soroche, ou “mal da altura”, caracterizado por dificuldade em respirar, cansaço e dores de cabeça. As pessoas com problemas cardíacos deverão consultar o seu médico antes de viajar para estas zonas.

O soruche trata-se com muitodescanso, muita ingestão de água e de comidas leves. No caso do Hugo mascar folhas de coca e beber chá “Matte Inca” aliviou os sintomas. Quando tínhamos de fazer grandes caminhadas, usávamos “água florida” para aliviar. Particularmente, no meu caso a ingestão de água e de chocolate ajudou-me bastante e quase nunca sofri do mal de altitude.

Colombia:

*A partir de 1 de Abril de 2017 passou a ser exigida a vacinação contra a febre-amarela para poder aceder a algumas regiões do país (supostamente o Parque Tayrona é uma dessas regiões).

Também as autoridades de países próximos, como o Brasil e Costa Rica, exigem esta vacina aos viajantes estrangeiros procedentes deste país, mesmo que não tenham visitado as zonas afetadas, pelo que as companhias aéreas podem não deixar embarcar passageiros para estes destinos que não apresentem o boletim de vacinação em dia.

Note-se que a vacinação deve ser efectuado entre 10 a 15 dias antes de visitar o país.

* Houve também registo de vários casos de Zika, infeção similar ao dengue e chikingunya (provoca quadro clínico semelhante, mas mais leve e, em geral, sem consequências graves: erupções cutâneas, febre, dores nos olhos, de cabeça, musculares e nas articulações que desaparecem após 3-7 dias). Não há vacina contra a febre do zika e as medidas de prevenção e controle são semelhantes às da dengue.

*Bolívia: 

As condições de higiene não são as melhores, mas atentando naquilo que nos contaram ou que lemos na internet, estávamos francamente à espera de pior. Tal como no Peru, há a questão do soroche ou “mal de altitude”.

 

Questões de segurança

Como em qualquer outra viagem recomenda-se alguma prudência no que toca à segurança:

– evitar ostentar sinais exteriores de riqueza;

– evitar mostrar em público documentos, cartões de crédito ou dinheiro em numerário, telemóveis ou máquinas fotográficas de valor elevado;

– não ser portador de elevadas quantias de dinheiro;

– evitar, dentro do possível, a utilização de caixas automáticas demasiado expostas

ter atenção aos “esquemas” montados por carteiristas, em particular em pontos turísticos(ex. no caso de ter sido derramada uma substância húmida ou pegajosa sobre ti não aceitea ajuda de uma pessoa desconhecida para te limpar pois ela poderá aproveitar essa oportunidade para te roubar);

– no caso da circulação rodoviária se revelar impossível, devido a bloqueios da via pública por criminosos, manter a calma, não opor resistência;

– não te envolvas em casos de legalidade duvidosa evitando, assim, situações de extorsão, rapto ou agressão de todo o tipo;

O mesmo para a droga: posse e o tráfico de drogas são severamente punidos por lei na Colômbia (as prisões são geralmente duras e as penas de prisão agravadas). Cada viajante deverá fazer as suas próprias malas e não transportar qualquer encomenda de uma outra pessoa, nem nunca perder de vista as suas bagagens. Em hipótese alguma deverá aceitar a ajuda de desconhecidos para transportar suas bagagens.

– evita apanhar táxis na rua. Opta antes por usares aplicações como o easytaxi ou uber;

Nas praias(do Pacífico como das Caraíbas, Golfo do México) não é recomendável tomar banho em zonas solitárias, devendo respeitar-se as indicações das bandeiras sobre o estado do mar. No Parque Tayrona há zonas consideradas de alto risco de afogamento devido a contracorrentes, pelo que se recomenda que os banhos de mar sejam tomados apenas em zonas sinalizadas para o efeito, seguindo-se cuidadosamente as indicações das autoridades. Também não convém afastar-se dos caminhos principais e andar na floresta ao cair do dia;

O Peru, o Chile e a Bolívia estão situados numa região de risco sísmico elevado.

Na Serra Nevada de Santa Marta, os trekkingpara a Ciudad Perdida, devem ser efetuadocom uma agências de viagens reputáveis.

 

 Dinheiro

Existem ATM’s espalhas por todos os países que frequentamos. No nosso caso optamos por utilizar sempre o cartão Revolut.

O Revolut veio para revolucionar o mercado financeiro. Não sendo um banco (ainda) possibilita fazer praticamente tudo que qualquer outro cartão possibilita. A principal vantagem deste cartão é o facto de não ter anuidade (no plano standard) e não ter taxas escondidas – até 200€/mês podes levantar dinheiro sem qualquer taxa; A partir dos 200€ são cobrados 2% por levantamento, a taxa mais baixa do mercado.

As transferências são todas gratuitas (mesmo as internacionais) e entre cartões revolut, o montante fica disponível no imediato.

Há ainda outra vantagem que é quando se converte dinheiro dentro da própria app (válido somente para algumas moedas) da nossa moeda (euro) para a moeda para onde se vai viajar antes de fazer o levantamento numa caixa ATM do país de destino. As taxas de câmbio interbancárias não têm nenhuma comissão adicional. 

Este funciona como um cartão pré-pago cujos carregamentos quando efetuados por cartão de débito (dos que dispõe do número cv atrás) ficam disponíveis no imediato.

Transportes

O serviços de autocarros entre as principais cidades de cada um dos países e até entre os países é eficiente.

Em todo o país, em geral, não é aconselhável conduzir à noite na estrada. É sempre preferível utilizar as autoestradas que tenham portagens (“de cuota” o “peaje”), do que as estradas “livres”, assim como as estradas principais, em vez das secundárias. Se viajares com um carro alugado, verifica as condições do seguro. É conveniente estacionar sempre em parque de estacionamento vigiado.

Principais companhias aéreas: LATAM, Sky Airline, JetSmart, AVIANCA, SATENA, LAN Colombia, VivaColombia , Copa Airlines Colombia.


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